A cidade que nunca dorme, Nova Iorque, não faz jus à etiqueta. Esta dorme em média 6 horas e 47 minutos.

Dados como este foram revelados no site da Jawbone, uma empresa que cria ferramentas que visam controlar e simplificar o quotidiano no frenetismo da era tecnológica.

A empresa criou uma pulseira Up que monitoriza as horas a que as pessoas que a usam, acordam, deitam e quanto tempo dormem. Além disto, a Up ainda lembra os utilizadores de comerem e descansarem. Esta está ligada a uma aplicação que permite partilhar nas redes sociais, a partir do telemóvel, as suas “conquistas” (ou não) do quotidiano.

https://www.youtube.com/watch?v=j35uruiWsi0

Foi este tecnológico acessório, com um custo de 150 dólares (cerca de 112 euros) , que permitiu construir gráficos resultado de um “rastreio” ao sono dos habitantes de cidades de todo o mundo, desde Pequim, na China, a Orlando, nos Estados Unidos da América.

Esse estudo revela que a cidade que mais dorme é Melbourne, na Austrália, em média 6 horas e 58 minutos, muito, muito perto das horas de sono registadas em Nova Iorque. A cidade que menos dorme é, afinal, Tóquio, no Japão, em média apenas 5 horas e 48 minutos.

É também numa cidade australiana, Birsbane, que as pessoas se deitam mais cedo, mais concretamente por volta das 22h57. Já a cidade onde as pessoas se deitam mais tarde é Moscovo, na Rússia. Esta cidade só adormece às 0h46.

As pessoas em Paris, a cidade da luz, e Londres dormem em média 6 horas e 54 minutos, enquanto em Roma e Berlim dormem 6 horas e 49 minutos. Já São Paulo, no Brasil tem uma média de sono de 6 horas e 35 minutos.

Quanto à tradicional “siesta” espanhola, a Jawbone garante que é religiosamente seguida por 15% dos utilizadores da Up naquele país.