O índice PSI 20 fechou nesta segunda-feira a perder 0,57% para 5.909,10 pontos, em linha com a maioria das congéneres europeias, penalizado pelas perdas do setor financeiro e do retalhista Jerónimo Martins. Entre as 18 cotadas que compõem o índice de referência da bolsa de Lisboa, 13 encerraram em terreno negativo e cinco valorizaram-se.

Entre as cotadas que mais penalizaram o desempenho do PSI 20, destaque para os títulos do BCP, que perderam 1,45% para 0,10 euros, do Banif, que cederam 1,14% para 0,008 euros, e do BPI, que depreciaram 0,14% para 1,46 euros. As ações da Jerónimo Martins desvalorizaram 1,02% para 10,20 euros. Os CTT e a Impresa estão entre as cotadas que mais perderam na sessão, e recuaram 2,67% e 2,23% para 7,61 euros e 1,31 euros, respetivamente.

A Portugal Telecom cedeu 0,63% para 1,58 euros e a NOS SGPS recuou 0,29% para 4,42 euros. Na energia, a EDP desvalorizou 0,90% para 3,65 euros, ao passo que a REN derrapou 0,55% para 2,70 euros. Ao contrário, e pela positiva, destaque para a GALP, que avançou 0,19% para 13,52 euros, e para a EDP Renováveis, que ganhou 0,38% para 5,52 euros.

Ainda pela negativa, Portucel, Altri e Mota Engil registaram perdas compreendidas entre os 0,97% e os 0,02%. Por último, a Teixeira Duarte avançou 1,12% para 0,90 euros e a Semapa valorizou 0,58% para 10,37 euros.

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A penalizar os índices europeus estiveram a tensão na Ucrânia e os dados económicos que voltaram a realçar a fraqueza da zona euro. O Euro Stoxx avançou uns ligeiros 0,02%, o IBEX (Madrid) ganhou 0,16% e o DAX (Frankfurt) valorizou uns ligeiros 0,09%. Já o CAC (Paris) perdeu 0,03%.

Os investidores aguardam pelos anúncios que poderá fazer o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, na quinta-feira, com as agências internacionais a sublinharem que a entidade já se mostrou disponível para aplicar novos estímulos monetários na zona euro, como a compra de dívida pública para combater a baixa inflação e estimular o crédito na região.