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Dulce Pontes atua em Portugal em janeiro

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A cantora Dulce Pontes, com uma carreia de mais de 25 anos, realiza três concertos em Portugal que apresenta como uma "viagem poético-musical entre o passado e o presente, com pontes para o futuro".

Dulce Pontes atua em Portugal no próximo ano

JUAN CARLOS HIDALGO/EPA

A cantora Dulce Pontes, com uma carreia de mais de 25 anos, realiza três concertos em Portugal, em janeiro de 2015, que apresenta como uma “viagem poético-musical entre o passado e o presente, com pontes para o futuro”. Dulce Pontes, distinguida entre outros, com o Prémio Luigi Tenco, atua nos dias 7 e 8 de janeiro no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e no dia 17 no Coliseu do Porto.

A cantora afirma, num comunicado enviado à agência Lusa, que “inicia 2015 com o abraço mais desejado: Portugal”. “Tantas portas abertas e veredas pelo mundo, tanto espanto e bem-querer e nada me basta sem este chão matriz que me viu nascer”, afirma a cantora, autora e compositora de 45 anos, nascida no Montijo, distrito de Setúbal.

Sobre o alinhamento dos concertos a artista não adianta, mas afirma que irá interpretar “fado, o folclore, a música popular, a galaico-portuguesa, a de compositores como Martin Codax, Artur Paredes, ou Mikis Theodorakis e poemas de Fernando Pessoa, Horácio Ferrer ou João Linhares Barbosa”.

Em nota, a Uau, produtora dos espetáculos, afirma que “Dulce faz a travessia do Atlântico, tocando as orlas de África e do Brasil, com paragem obrigatória em temas que são clássicos da sua extensa carreira”. Em agosto último, Dulce Pontes atuou no Festival Noches Mágicas de La Granja, em Segóvia, em Espanha, onde apresentou o seu próximo álbum, “Puertos de Abrigo”.

Em Segóvia, a criadora de “Lusitana Paixão”, interpretou temas como “Vamos Nina”, de Horácio Ferrer e Astor Piazzolla, “Alfonsina y el Mar”, de Ariel Ramírez e Felix Luna, “Sólo le pido a Dios”, de León Gieco, “La bohéme”, de Charles Aznavour e Jacques Plante, e “La leyenda del tiempo”, de Federico García Lorca, adaptado por Ricardo Pachón para Camarón de la Isla.

Em palco, Dulce Pontes acompanhou-se ao piano e teve a seu lado os músicos Daniel Casares (guitarra acústica), Amadeu Magalhães (cavaquinho, gaita-de-foles mirandesa, concertina, flauta e bandolim), Fernando Silva (guitarra portuguesa), Juan Carlos Cambas (piano), Paulo Silva (percussão) e Davide Zaccaria (violoncelo).

Dulce Pontes tem sido uma artista assídua nos palcos espanhóis. Em fevereiro passado atuou no auditório de Alcobendas, a 13 quilómetros a norte de Madrid, e esgotou o Teatro Lope de Vega, em Sevilha, com uma lotação de 1.025 lugares.

A cantora foi eleita em Espanha, em 2004, a Melhor Solista Feminina Latina, à frente das cubanas Celia Cruz e Gloria Estefan, tendo recebido um Prémio Amigo para a Melhor Intérprete Latina, entregue pelos produtores e editores discográficos espanhóis. Nesse mesmo ano, a cantora recebeu, em Itália, o Prémio Tenco, que distingue um intérprete ou criador na área da canção de autor.

Dulce Pontes já venceu um Festival RTP da Canção e tem atuado em vários palcos internacionais, entre o quais o Carnegie Hall, de Nova Iorque, e a sede das Nações Unidas, na mesma cidade.

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