Engenharia

Como vai ser a arquitetura daqui a 100 anos?

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Cidades flutuantes, bunkers gigantes, quintas aéreas. Os arquitetos perguntaram a 200 britânicos quais são as evoluções arquitetónicas mais prováveis em 100 anos. Estes foram os resultados.

Para celebrar o lançamento da série Engenharia Impossível, no canal Yesterday, alguns dos nomes mais sonantes da arquitetura britânica decidiram fazer um inquérito. Perguntaram a 200 pessoas no Reino Unido quais seriam os avanços nas construções que achavam mais prováveis e benéficas. Horizonte temporal: daqui 100 anos.

Com as respostas, foi elaborada uma lista com dez entradas.

A liderar as ‘sugestões’ ficaram os porões: seis níveis subterrâneos onde se podem criar hotéis, ginásios, jardins e piscinas, campos de futebol e até um bunker de segurança. Mas esta ideia é menos futurista do que parece. É que “as extensões em porões já estão a ser materializadas, principalmente em áreas importantes e com elevada densidade populacional em Londres”.

Em segundo lugar vêm as cidades flutuantes, de estrutura semelhante a recifes, ligadas entre si e que otimizam o espaço disponível. Permitem ainda o equilíbrio com o meio ambiente, por utilizaram a energia solar e das marés.

A medalha de bronze vai para as quintas aéreas, com a agricultura e o pastoreio a acontecer em estruturas mais altas, uma ideia de grande utilidade para cidades muito lotadas.

Mas existem outras entradas interessantes na lista. Para os entrevistados, as casas vão poder ser impressas em 3D, as cidades vão estar todas ligadas por pontes gigantes e as visitas à Lua e a Marte vão ser muito comuns.

Veja a lista:

1 Porões subterrâneos de grandes dimensões
2 Cidades flutuantes
3 Quintas aéreas
4 Casas impressas em 3D
5 Construções com micro-climas
6 Pontes gigantes que ligam cidades
7 Aeroportos espaciais na Lua e Marte
8 Cidades no ar: prédios muito altos
9 Cidades debaixo de água
10 Blocos habitáveis recolhíveis

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