A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) entrega, esta segunda-feira, na Assembleia da República, uma petição sobre o ensino superior, a defender “o direito à estabilidade de emprego dos docentes e investigadores”. Com 4.115 assinaturas, a petição deverá de ser debatida na Comissão de Educação, Ciência e Cultura e depois em plenário.

Em comunicado, a Fenprof afirma que assim os partidos “terão nova oportunidade para responderem à necessidade de resolver a grave instabilidade que grassa no setor”.

Com a iniciativa, o sindicato quer o alargamento do período transitório para conclusão de doutoramento (com dispensa de serviço e isenção de propinas) e a transposição de uma diretiva comunitária sobre professores do ensino superior público.

A petição é entregue durante a manhã e à tarde a Fenprof vai explicar, em conferência de imprensa, o que diz ser “a crise que se vive no ensino superior, em particular no ensino superior politécnico”, e apresentar propostas para a resolver.

“Combate ao aprofundamento do sistema binário de ensino superior e a criação de um sistema unitário, integrado e diversificado englobando os dois subsistemas hoje existentes”, são propostas da Fenprof, ainda de acordo com o comunicado.