“Fly me to the moon, let me play among the stars…”. Quase toda a gente sabe trautear a música escrita por Bart Howard e imortalizada por Frank Sinatra, mas poucos serão aqueles que tiveram a oportunidade de “brincar entre as estrelas”. Foi o caso de Buzz Aldrin, que em 1969 deu, também ele, um “pequeno passo para o homem e um salto gigantesco para humanidade”. Agora, o norte-americano volta a ser a notícia: pela viagem à Lua, Aldrin recebeu 33,31 dólares em ajudas de custo, o equivalente a 215 dólares à taxa de câmbio atual (196,05 euros).

Leu bem. Por ir e voltar da Lua, Buzz Aldrin teve direito a um reembolso de 33,31 dólares por despesas com a viagem. A história é contada pela Quartz, depois de o astronauta ter partilhado no Facebook os registos (e as faturas) da viagem Florida – Lua – Oceano Pacífico – Hawai – e depois de volta a casa para Houston.

E a NASA acautelou todos os pormenores. Todos mesmo. Nos registos da viagem constam ainda as despesas que Aldrin teve de suportar por ter usado o seu automóvel pessoal na viagem para a Base da Força Aérea de Ellington em Houston, Texas, e depois no regresso a casa. A Quartz acrescenta em jeito de brincadeira: ainda bem que Aldrin não teve de pagar do próprio bolso a viagem até à Lua – era capaz de ficar caro.

Quando regressou Aldrin – e a restante equipa de astronautas liderada por Neil Armstrong – teve de declarar à alfândega os itens que trazia da Lua, sobretudo pedras e amostras de poeira. Como se não bastasse, ainda foi colocado em quarentena durante 21 dias – as autoridades norte-americanas receavam que os astronautas transportassem agentes patogénicos estranhos ao planeta Terra. Felizmente, as suspeitas acabaram por não se confirmar, como conta ainda a Quartz.