Tão típicas de agosto como as reportagens sobre a chegada dos emigrantes às suas aldeias natais são as listas das melhores piscinas do país. Geralmente, surgem a acabar telejornais, entre sorrisos dos pivôs, ou na capa de revistas generalistas e de lifestyle.

Mas se hoje em dia há piscinas para todos os gostos, no topo de hotéis, cravadas em falésias ou com vista para o infinito, nem sempre foi assim. Tome-se Lisboa por exemplo. Durante várias décadas, a oferta neste campo para a maior parte da população da capital concentrava-se, sobretudo, nas três grandes piscinas municipais — Campo Grande, Areeiro e Olivais — sendo que outras, mais pequenas ou menos centrais, também eram opção para fugir ao calor.

Recordemos, ou melhor, mergulhemos nesses tempos, via fotogaleria.