Um cérebro elástico, pronto a aprender novas coisas a todo o momento. É graças a ele que podemos fazer mudanças radicais na vida: mudar de casa, mudar de trabalho, trocar de amigos se for necessário. E depois adaptarmo-nos, com relativa facilidade, através de processos de reorganização que nos ajudam a sair da zona de conforto.

É possível mudar, sim. Mas não de um dia para o outro: as mudanças costumam precisar de planeamento, de uma mente aberta e pensamento crítico. Só custa começar, depois entramos em piloto automático, diz o El País. E quanto tempo demora até conseguirmos alcançar uma mudança em pleno? Segundo um estudo do Jornal da Psicologia Social, em 66 dias podemos mudar um determinado aspeto da nossa vida. Tudo depende da motivação, da persistência e da necessidade. Mas existem 10 tópicos essenciais para mudar hábitos e encontrar novos objetivos.

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Transforme o propósito num projeto. Há várias coisas que pode querer mudar na vida, mas tem de eleger uma. É impossível dar uma reviravolta completa e de uma vez só. Por isso escolha um dos hábitos que quer mudar como primeiro passo. Quando esse estiver ultrapassado, concentre-se no seguinte.

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Reflita sobre o que quer fazer. “O que quero?”, “porque quero?”, “para que quero mudar?” e “como penso mudar?” são algumas das perguntas que deve fazer a si próprio quando começar um processo de mudança. Assim terá melhor noção das forças, valores e comportamentos a adotar. Quando se quer mudar, também está a sair da sua zona de conforto. E há que fazê-lo com confiança.

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Prepare uma agenda. Uma mudança exige investir algum tempo. Verifique que tem disponibilidade temporal para embarcar numa nova aventura ou então o novo objetivo será colocado em segundo plano perante tarefas mais urgentes.

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Nunca se esqueça do que está a fazer. Precisa de tempo, sim, mas também de colocar a mente concentrada na nova meta. É fácil esquecer aquilo que foge à norma, por isso habitue-se a recordar os seus objetivos. Alertas no telemóvel, sublinhados fluorescentes na agenda: tudo o que ajudar a não se dispersar será bem vindo.

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Tenha ao seu redor tudo o que precisar. Está a fazer dieta e precisa de a levar até ao fim? Compre todos os alimentos que necessita para não fugir do caminho. Está a aprender uma nova língua? Adquira livros e dicionários e tenha-os sempre à mão. Assim não terá desculpa: está tudo à mão de semear.

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Não perca tempo. Não vale a pena começar a mudança na segunda-feira, no primeiro dia do ano ou no dia em que celebrar o seu aniversário: o tempo é agora. Seja qual for o seu novo objetivo, dê os primeiros passos de imediato. A procrastinação não é uma boa aliada nestes casos.

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Não tenha medo da emoção. Pode ser útil na hora de completar uma meta. Primeiro porque aviva as memórias e provoca bem estar, e depois porque “fideliza o hábito” em qualquer ambiente em que esteja.

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Ignore a voz do cansaço. Há que ser persistente e recuperar energias ao pensar nos benefícios do cumprimento do seu novo objetivo. A zona de conforto vai mesmo ter de ficar para trás. O futuro é para a frente. Por isso não pare de andar.

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Seja disciplinado. A meta não é uma brincadeira, portanto não pode ser encarada com leviandade: é uma coisa séria que pode (e vai) mudar a sua vida para sempre. Por isso é que os novos objetivos têm estar no topo da sua lista de prioridades.

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Não é só um hábito: é uma filosofia de vida. Os objetivos parecem mais alcançáveis se os incorporar na forma como olha para a vida. É uma questão de serenidade e tranquilidade. E pode falhar, não existe algo errado nisso. Se hoje não correu como tinha pensado fazer, faça-o de novo amanhã.