Zhao gastou 163 euros numa garrafa de conhaque da marca Rémy Martin. Comprou-a num aeroporto norte-americano, colocou-a na bagagem de mão, embarcou de regresso à China natal, mas, no aeroporto internacional de Beijing, onde fez escala, foi impedida de seguir viagem para Wenzhou.

Alegadamente, o conteúdo da garrafa excedia os 100 ml que são permitidos transportar, e o controlo de segurança do aeroporto “barrou-lhe” o embarque. Zhao não se queria desfazer de tão distinto licor, e levou-o consigo… no estômago. A mulher chinesa, ali mesmo, diante da segurança, bebeu todo o conteúdo da sua Rémy Martin.

O problema é que, com uma tremenda e tão brusca ingestão de álcool, Zhao ficou, naturalmente, embriagada, e não pôde — ainda que já sem a garrafa a impedi-la — embarcar de novo. Ao jornal Beijing Times, um dos policias que foi chamado ao local de embarque, conta que a mulher “estava no chão, aos berros e a rebolar”.

Foi necessária uma cadeira de rodas para transportar Zhao dali para o departamento médico do aeroporto de Beijing, e, quando lá chegou, entrou num sono profundo, que durou, conta o South China Morning Post, perto de sete horas. Foi o tempo suficiente para a sua família viajar desde Wenzhou, e levá-la de regresso a casa… de automóvel.