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Aeronave cai na Trafaria. Ocupantes com ferimentos leves

Uma aeronave caiu na água a cerca de 30 metros da Trafaria, em Almada. O cessna tinha dois tripulantes que sofreram ferimentos leves, segundo fontes dos bombeiros e da Polícia Marítima.

© Hugo Amaral/Observador

Os dois homens ocupantes da aeronave que caiu hoje ao início da tarde no rio Tejo, perto de Trafaria, no concelho de Almada, Setúbal, sofreram ferimentos leves, disseram fontes dos bombeiros e da Polícia Marítima (PM).

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal indicou à agência Lusa que os dois tripulantes da aeronave foram resgatados da água e assistidos no local, tendo posteriormente sido transportados para o Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Segundo a fonte do CDOS, o alerta para a queda da aeronave perto da Cova do Vapor, junto aos silos da Trafaria, foi dado às 12:41.

O subchefe Osvaldo Borbinha, do Comando de Lisboa da Polícia Marítima (PM), indicou que os feridos são dois homens de 72 e 22 anos, acrescentando que as causas da queda da aeronave vão ser investigadas pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA).

Segundo o subchefe Osvaldo Borbinha, a aeronave transportava uma manga publicitária.

O responsável da PM explicou que duas lanchas estão “a fazer o resguardo ao local da queda da aeronave, que se afundou a uma profundidade de quinze metros, a cerca de trinta metros da areia”, estando ainda em terra elementos da PM a dar apoio à ocorrência.

O subchefe Borbinha referiu ainda que um Grupo de Mergulho Forense da Polícia Marítima vai mergulhar e permitir, através de uma reportagem fotográfica e em vídeo, “avaliar as melhores condições para retirar a aeronave da água”.

No local, segundo a mesma fonte, está ainda, como “medida preventiva”, uma lancha da Administração do Porto de Lisboa, que “dispõe de meios de combate à poluição”.

Foram mobilizados para o local, de acordo com o CDOS, operacionais e meios dos Bombeiros Voluntários de Trafaria e da Polícia Marítima, uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Hospital Garcia de Orta, e a GNR.

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