Fundo Monetário Internacional

Lagarde diz que economias asiáticas estão bem apesar da volatilidade da China

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, considera que as economias na Ásia se estão a “sair bem”, apesar do recente abrandamento da China.

A directora-geral do FMI destacou a importâncias das economias asiáticas em todo o Mundo.

AFP/Getty Images

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, considerou hoje que as economias asiáticas estão a “sair-se bem” num contexto de volatilidade criada nos mercados pelo abrandamento da China, segunda economia mundial.

Apesar das pressões externas e do abrandamento da atividade na Ásia, “esta região está a sair-se bem” e vai continuar a ser decisiva para o crescimento mundial, declarou a diretora do FMI durante uma visita a Jacarta.

Os mercados continuaram em queda esta semana devido à desaceleração da economia chinesa, de Tóquio a Nova Iorque, passando pela Europa.

“O que se passou nas últimas semanas mostrou como a Ásia está no centro da economia mundial e como as perturbações que ocorrem num mercado asiático podem refletir-se no resto do mundo”, sublinhou.

Uma desaceleração do crescimento de economias de primeiro plano como a chinesa ou a japonesa, os preços das matérias-primas em queda e a perspetiva de um aumento das taxas de juro nos Estados Unidos vão continuar a pesar nos mercados asiáticos, considerou Lagarde.

Na terça-feira, a responsável do FMI tinha afirmado que o crescimento mundial deve ficar este ano abaixo do previsto, menos de dois meses depois de o FMI ter revisto em baixa a sua previsão para 2015, que ficou em 3,3%.

No mesmo dia, o FMI e o Banco Mundial anunciaram que as suas reuniões anuais terão lugar na Indonésia em outubro de 2018.

De três em três anos estas reuniões têm lugar num país diferente e nos anos seguintes decorrem em Washington. Em 2015 vão decorrer em Lima, no Peru.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Mar

Bruno Bobone: «do medo ao sucesso»

Gonçalo Magalhães Collaço

Não, Portugal não é uma «nação viciada no medo» - mas devia realmente ter «medo», muito «medo», do terrível condicionamento mental a que se encontra sujeito e que tudo vai devastadoramente degradando.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)