O ditador alemão, Adolf Hitler, procurou servir-se das mais avançadas inovações tecnológicas para combater o exército aliado. O blogue Business Insider deu a conhecer quatro armas secretas construídas por Hitler, com vista à vitória na II Guerra Mundial. Nem todas foram usadas, mas as quatro eram armas inovadoras, de que até agora ainda pouco se sabia.

Duas delas eram aviões mais avançados que a maioria dos que vinham sendo utilizados à data. Um deles foi o bombardeiro Horton Ho 229, que se afirma ter sido o primeiro avião, detido por um exército, a conseguir fugir à deteção dos radares. Porém, os problemas técnicos que regularmente tinha levaram a que não chegasse a ser usado em combate.

O outro foi um avião chamado Messerschmitt Me 183 Komet. Este pulverizou todos os recordes de velocidade aérea da altura: podia voar a mais de mil quilómetros por hora, uma velocidade muito superior à dos aviões americanos dessa época, que atingiam, no máximo, os 710 quilómetros/hora. Porém, foi essa mesma velocidade a tornar o avião um veículo difícil de ser comandado em pleno combate.

Nas invenções que os alemães fabricaram propositadamente para utilizar a II Guerra contam-se ainda uma mina dirigida por controlo remoto, chamada Goliath, capaz de conter até 100 quilos de explosivos – só para os combates foram fabricadas mais de cinco mil unidades.

E uma bomba que, sendo dirigida por rádio, podia ser lançada a mais de 20 mil metros de altura, chamada Fritz-X. Porém, o peso excessivo da Fritz-X (que pesava mais de 1500 quilos) fez com que na altura se fabricassem poucas unidades, já que eram poucos os aviões com capacidade para as transportar.

Se nem todas estas armas, até agora pouco conhecidas do grande público, foram importantes para o desenrolar dos combates, elas não deixam de ser mais um exemplo da forma como o ditador alemão se pretendia servir das mais recentes inovações tecnológicas para alcançar a vitória na II Guerra Mundial.