O verão já ameaça despedir-se, mas os ginásios continuam de portas abertas. Manter o corpo são não é só uma questão estética, mas também de bem-estar e saúde. O modo como cuida dele é que pode variar: os ginásios já oferecem programas variados e adaptados que fogem ao tradicional e que pretendem melhorar o desempenho físico e mental dos clientes. Porque suar pode ser muito divertido. Eis quatro alternativas às clássicas passadeiras, descobertas pela Health.

O poder da competição

Quando se integra um grupo num ginásio a motivação costuma ser maior porque se entra em competição com as pessoas em redor. Ninguém quer ficar para trás nos objetivos, por isso o desejo de perceber a sua evolução enquanto corre também pode ajudar, explica o El Confidencial.

Alguns ginásios – é mais comum nos Estados Unidos – já colocaram um painel na sala onde mostram o ranking dos clientes que mais estão a correr (por exemplo) num determinado momento. Quem olha para eles vai tentar chegar ao primeiro lugar da tabela. E mesmo para quem não gosta de competir com terceiros, pode sempre usar esta ferramenta para conseguir ultrapassar a marca anterior.

Os treinos híbridos

Não foi há muito tempo que começámos a misturar exercícios de força com outros de cardio para otimizar os resultados do exercício físico. Mas há mais dois tipos de exercícios a juntar-se à equação: estiramento e tonificação, com recurso ao yoga e ao pilates.

Há dois regimes nesta nova receita dos ginásios: Pilates Plus e Buti Yoga. O primeiro “junta os benefícios vigorosos do treino de força, o movimento sem fim do cardio e o estiramento muscular do Pilates, tudo numa aula de uma hora”, explica à Health a treinadora Jennifer Cohen. O Buti Yoga é semelhante, mas junta yoga, dança tribal e movimentos pliométricos para tonificar o abdómen.

Os grupos mais pequenos

Para quem não gosta de fazer exercício físico dentro de quatro paredes, mas também não consegue ter disciplina para treinar sozinho, a solução está nos treinadores pessoais. É uma alternativa antiga, mas não sendo acessível para todas as carteiras, há uma alternativa mais viável: turmas reduzidas.

As turmas com poucos elementos afastam os clientes dos ambientes saturados onde treinam dezenas de pessoas e garantem um atendimento mais personalizado. E podem decorrer fora do ginásio, ao ar livre, em casa do cliente ou do próprio treinador.

O fitness aéreo

Para treinar pode também andar com a cabeça – e os pés – no ar. Esta é uma das últimas tendências dos ginásios, com a moda do fitness aéreo a ganhar terreno. “As pessoas sentem-se atraídas por esta forma de condicionamento físico porque lhes permite sentir como os artistas do Cirque du Soleil”, explica a treinadora Jennifer Cohen.

Com recurso a trapézios ou cintas penduradas no teto, os amantes do fitness aéreo estão rendidos a três grandes modalidades: aeropilates, aeroyoga e acroyoga. É que estes parecem ser os mais divertidos, mas também muito eficazes na hora de colocar o corpo a mexer. Além disso, fazem bem à memória: os movimentos não são improvisados, mas antes coreografados e repetidos ao longo das aulas.