Metro do Porto

Metro do Porto nega que sociedade de Aguiar-Branco tenha sido paga no processo de subconcessão

A Metro do Porto nega que Aguiar-Branco tenha lucrado um milhão de euros com a subconcessão dos transportes da cidade através do escritório de advogados de que é sócio maioritário.

JOSÉ COELHO/LUSA

A empresa Metro do Porto assegurou hoje ser “totalmente falso” que a sociedade de advogados do ministro Aguiar-Branco tenha sido paga no processo de subconcessão da empresa, contrariando as acusações feitas no sábado por José Soeiro, do BE.

“É totalmente falso que tenha sido adjudicado ou pago qualquer valor à JPAB & Associados, no âmbito do processo de subconcessão em curso, seja de que natureza for”, refere a Metro do Porto, em comunicado hoje divulgado.

A empresa de transportes reagiu assim às declarações do segundo candidato do Bloco de Esquerda (BE) pelo Porto às eleições legislativas de 04 de outubro, José Soeiro, que sábado acusou Aguiar-Branco de ter lucrado um milhão de euros com a subconcessão dos transportes da cidade através do escritório de advogados de que é sócio maioritário.

“No Porto, Aguiar-Branco [ministro da Defesa Nacional] é a cara deste processo de concessão dos transportes do Metro e da STCP contra a opinião dos utentes, contra a opinião dos autarcas das várias cores que existem, mas ele é também sócio maioritário do escritório de advogados que ganhou um milhão de euros em pareceres e consultadorias feitas à Metro do Porto”, afirmou Soeiro.

A Metro do Porto esclareceu, ainda, ser “totalmente falso que a JPAB & Associados tenha emitido qualquer tipo de parecer ou prestado qualquer consultoria à Metro do Porto S.A. no âmbito do processo de subconcessão” e que “a própria sociedade de advogados em causa informou a Metro do Porto S.A. em devido tempo, não querer sequer ser consultada no âmbito destes processos”.

Acrescenta que, no âmbito dos processos de subconcessão, foram consultadas, no mês de março de 2013, as sociedades de advogados “Abreu Advogados”, “Cuatrecassas, Gonçalves Pereira” e “Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva”.

Os trabalhos acabaram por ser adjudicados “à Abreu Advogados por 48.900 euros e, mais tarde, no âmbito do relançamento do processo, foi consultada a PLMJ, por estar a prestar serviços no âmbito das subconcessões dos transportes de Lisboa, tendo a adjudicação sido feita pelo valor de 30.000 euros”.

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