China

Empresas chinesas investirão 1,25 biliões de dólares além-fronteiras

O presidente da China, Xi Jinping, disse na quarta-feira, em Seattle, EUA, que as empresas chinesas deverão investir 1,25 biliões de dólares além-fronteiras ao longo da próxima década.

Feng Li/Getty Images

O presidente da China, Xi Jinping, disse na quarta-feira, em Seattle, EUA, que as empresas chinesas deverão investir 1,25 biliões de dólares além-fronteiras ao longo da próxima década e que são já importantes empregadores nos Estados Unidos da América.

Numa mesa redonda com mais de 30 executivos, entre os quais responsáveis da Lenovo, IBM, Microsofot, Alibaba e Apple, Xi Jinping apelou aos EUA para que facilitem o investimento chinês e pediu menos restrições à exportação de alta tecnologia para a China.

Por outro lado, prometeu melhorar o clima de negócios no seu país, com um sistema económico mais aberto e o corte nas restrições ao investimento estrangeiro.

“Estamos a trabalhar na criação de um novo sistema económico aberto, impulsionando a reforma da gestão do investimento estrangeiro e reduzindo de forma significativa as restrições ao investimento externo”, disse Xi.

“A economia chinesa vai continuar a crescer a longo prazo a uma velocidade média-alta” assegurou.

Xi Jinping lembrou que o país asiático recebeu no ano passado 128,5 mil milhões de dólares (cerca de 115 mil milhões de euros) em investimento direto estrangeiro e que a sua crescente população precisará de mais serviços e bens de consumo.

No mesmo dia, o presidente chinês visitou a fábrica da construtora aeronáutica norte-americana Boeing, coincidindo com o anúncio da venda de 300 aviões a um grupo de empresas chinesas, no valor recorde de 38 mil milhões de dólares (34 mil milhões de euros).

Hoje, Xi viaja para Washington, na véspera de ser recebido na Casa Branca pelo seu homólogo Barack Obama, numa altura de crescente tensão entre as duas maiores economias do mundo devido à construção pela China de ilhas artificiais nas disputadas águas do Mar do Sul da China e às acusações dos EUA de atos de ciberespionagem por piratas informáticos chineses.

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