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O taxista José Carlos Pereira,q ue tem sido um dos rostos da luta contra a Uber, disse num vídeo que partilhou no Facebook que o presidente da ANTRAL estava disposta a trabalhar com a Uber “se tivesse mil ou duas mil animações” e que se isto “acontecesse a Uber passaria a estar legal”.

Ao Observador, Florêncio de Almeida confirmou que “a ANTRAL não está contra a Uber, mas contra as empresas com quem a Uber tem contrato, porque essas não têm licenças”. O presidente disse ainda que se a a tecnológica fizesse “o mesmo que está a fazer na Holanda e distribuísse o serviço só para taxistas, não teria problema nenhum em trabalhar com a Uber”.

“Porque seria como uma central de rádio e isso é legal”, disse.

No vídeo, José Carlos Pereira diz que foi “atraiçoado” pelo presidente da ANTRAL, porque este não quis continuar a prestar-lhe apoio jurídico depois de ter sido identificado pela PSP nas manifestações de sexta-feira. Afirmou que entrou “em rota de colisão” com Florêncio de Almeida e apela à destituição dos órgãos sociais da ANTRAl.

O presidente da ANTRAL nega as acusações que lhe são feitas e diz que tem apoiado juridicamente o taxista, mas que neste processo em específico não o podia fazer, porque tratava-se de desobediência à autoridade.

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