Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O Fundo Monetário Internacional queria implementar reformas que davam mais voz a economias emergentes como a China, mas o Congresso norte-americano vetou-as. Agora, Christine Lagarde teme que essa decisão coloque em risco a credibilidade da instituição, segundo a Agence France Press.

“É um problema para a credibilidade e representatividade da instituição, especialmente no que diz respeito aos países sub-representados”, afirmou a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, durante a reunião anual da instituição em Lima, no Perú.

As reformas pretendiam duplicar o valor de financiamento do fundo e incluir uma nova redistribuição do poder de voto e foram originalmente sugeridas pela Casa Branca, mas há três anos que o Congresso se tem recusado a assinar o acordo.

Atualmente, a China é a segunda maior economia do mundo, mas tem menos de 4% do poder de voto no FMI.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR