O Prémio Nobel da Economia será anunciado hoje e os favoritos apontados são, como habitualmente, professores de universidades norte-americanas.

Apesar de já ter 75 laureados, a legitimidade deste “Prémio do Banco da Suécia em Ciências Económicas em memória de Alfred Nobel” continua a ser discutida, dado que foi criado apenas em 1969 para assinalar os 300 anos do banco central sueco.

Em 2014, o Nobel da Economia distinguiu o francês Jean Tirole, mas os norte-americanos dominam a lista de premiados dos últimos anos.

Segundo a AFP, este ano, três professores de universidades dos Estados Unidos surgem na lista dos possíveis premiados, o norte-americano Avinash Dixit (Princeton), o também norte-americano Robert Barro (Harvard) e o finlandês Bengt Holström (MIT).

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São também apontados nomes como os de Ben Bernanke, ex-presidente da Reserva Federal, o poderoso banco central norte-americano, ou de Olivier Blanchard, que recentemente deixou as funções de economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Só uma mulher recebeu até agora este prémio, a norte-americana Elinor Ostrom, distinguida em 2009.

O Nobel da Economia encerra a atribuição dos prémios deste ano, que distinguiram entre outros a bielorrussa Svetlana Alexievitch na Literatura e um grupo de defensores do diálogo democrático na Tunísia com o Nobel da Paz.