Depois do acidente de Fukushima, a Kyushu Electric Power, operadora da central, por volta das 10h30 (2h30 em Lisboa) retirou as barras de controlo – usadas para inibir o processo de fissão do reator, que ainda vai levar horas a alcançar a sua fase crítica e várias semanas a iniciar as operações comerciais.

A reativação da unidade surge apenas dois meses depois da do reator 1 da mesma central, o primeiro a funcionar sob a nova normativa pós-Fukushima, considerada pelo atual Governo como “a mais estrita do mundo”.