O secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) negou ter tido acesso ou conhecimento da faturação detalhada das comunicações do jornalista Nuno Simas que noticiou problemas nas Secretas.

Júlio Pereira falava, como testemunha, no julgamento do chamado caso das Secretas que envolveu, entre outras questões, o acesso indevido a dados de tráfego/comunicações do jornalista Nuno Simas que, em agosto de 2010, noticiou problemas internos no Serviços de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), então dirigido por Silva Carvalho, arguido neste processo.

Júlio Pereira salientou que a “lei não permite que isso aconteça”, observando que “a única faturação detalhada a que teve acesso foi a de telemóveis pagos pelos serviços” de informações, designadamente por causa de despesas e custos.

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