O júri do tribunal do distrito, com sede em Madison, deu, esta terça-feira, razão à fundação que protege os direitos de propriedade da Universidade de Wisconsin, que interpôs uma ação contra a Apple, no início de 2014, tendo a condenação sido conhecida esta sexta-feira.

A Apple anunciou que vai recorrer, mas rejeitou facultar mais declarações a esse respeito.

Na ação intentada, a fundação alegou que a Apple utilizou tecnologia patenteada em 1998 pela Universidade de Wisconsin, integrando-a, de forma “não autorizada”, nos processadores de vários dos seus modelos de iPad e iPhone.

O júri deliberou a favor da fundação — apesar de ter baixado significativamente o valor da indemnização solicitada pelos demandantes, cujo máximo ascendia a 862,4 milhões de dólares (759,4 milhões de euros).

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Sobre essa mesma patente, a fundação também processou a empresa Intel, em 2008, num caso que se resolveu no ano seguinte por um montante não revelado.

A Apple encontra-se imersa há anos numa batalha judicial com a empresa sul-coreana Samsung também por questões relacionadas com patentes.