Eles não servem apenas para mostrar obras de arte. A viagem ao mundo artístico começa logo à porta destes museus, que pela sua arquitetura já deslumbram.

Às vezes, nem sequer necessitam de um edifício físico para mostrar as suas maravilhas. O  Museu Subaquático de Arte, no México, é um exemplo disso: o MUSA convida os turistas de Cancún a mergulhar entre várias estátuas construídas por cinco artistas e depositadas no fundo do mar. Há homens com a cabeça enfiada na areia, molduras de espelhos e deusas de pedra. Com uma função intrínseca: ajudar a manter a diversidade marinha, porque estas estruturas permitem a criação de corais.

Além deste museu (literalmente) fora da caixa, há outros dois que em nada são iguais: uns apostaram na História dos seus países e fazem jus a ela através da arquitetura, decoração e coleções mais arrojadas. Se escolher o Museu Hermitage, na Rússia, vai passar por baixo de candelabros largos pendurados em tetos muito altos e salões com varandas panorâmicas. Mas se for fascinado por arquiteturas mais modernas, pode apostar no Museu Guggenheim, Em Nova Iorque, nos Estados Unidos, com linhas muito simples e neutras.

Mas há um que não obriga a fazer escolhas: tem uma parte clássica e outra mais moderna. É o Museu Real de Ontário, no Canadá, erguido mesmo à beira da estrada e que quebra quaisquer preconceitos.

Bem sabemos que alguns destes museus estão um pouco longe demais para apostar neles este fim-de-semana. É por isso que lhe mostramos quatro fotografias de cada um deles, para que não os deixe de apreciar. Viaje na fotogaleria.

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