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Governo

Presidente chama banqueiros a Belém

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Presidente da República vai reunir individualmente com os banqueiros na quarta-feira, depois de ter ouvido patrões e sindicatos. António Costa almoçou com eles na segunda-feira.

LUSA

Aníbal Cavaco Silva vai reunir na quarta-feira com os representantes dos maiores bancos portugueses, avança a agência Lusa. Na página oficial do Presidente da República, ainda não há confirmação oficial sobre o encontro. O Observador apurou que Cavaco Silva vai reunir individualmente com os presidentes de cada um dos bancos, audiências que se prolongarão o dia todo. 

A agenda do PR

09h00 – Presidente Executivo do Millennium BCP
10h00 – Presidente do Conselho de Administração do Novo Banco
11h00 – Presidente da Comissão Executiva do Banco BPI
12h00 – Presidente da Comissão Executiva do Santander Totta
15h00 – Presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos
16h00 – Presidente do Conselho de Administração Executivo da Caixa Económica Montepio Geral
17h00 – Presidente da Associação Portuguesa de Bancos

Na segunda-feira, António Costa e Mário Centeno, apontado como o próximo ministro das Finanças de um governo socialista, estiveram a almoçar com alguns dos principais banqueiros portugueses numa sala do hotel Ritz, segundo o Diário Económico. O encontro não estava incluído na agenda oficial de António Costa. 

De acordo com o que foi avançado pelo Expresso, estiveram presentes no almoço o presidente da CGD, José de Matos, o líder do BCP, Nuno Amado, o do BPI, Fernando Ulrich, o do Novo Banco, Eduardo Stock da Cunha, e José Carlos Sítima, administrador executivo do Santander Totta. O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), Fernando Faria de Oliveira, também terá estado presente – e deve voltar amanhã a Belém.

O encontro com o líder socialista poderá ter acontecido para discutir o processo de venda do Novo Banco e o impacto dos testes de stress. No fim de semana, o Banco Central Europeu divulgou que o Novo Banco chumbou nos testes e precisa de 1,4 mil milhões de euros no cenário mais adverso. À noite, numa entrevista à RTP, Costa sugeriu que o sistema financeiro fosse deixado de fora da luta política e pediu prudência na venda do Novo Banco, para que não resultasse em perdas para os outros bancos.

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