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Ronaldo já era veloz nos relvados. Agora é veloz nos ares: comprou um jato

Este artigo tem mais de 5 anos

Cristiano Ronaldo pagou uma "pipa de massa" por um avião a jato. Até aqui, nada de novo. O que agora se soube é que o jato era do ex-presidente da Indra. E foi comprado à revelia da administração.

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Instagram/Creative Commons

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19 milhões de euros. É um valor astronómico para o comum dos portugueses, mas para um português em particular, Cristiano Ronaldo, é uma bagatela. Foi esse o valor que o futebolista do Real Madrid pagou por um avião a jato privado, um Gulfstream G200 bimotor.

Pormenores deste recente investimento de Ronaldo. A construtora que o idealizou é a israelita Israel Aerospace Industries, mas quem o produz é a norte-americana Gulfstream Aerospace, em Savannah, no estado da Georgia.

O avião a jato que agora é de Cristiano Ronaldo mede 19 metros de comprimento, o que são metros mais do que suficientes para transportar dois tripulantes e oito passageiros. O Gulfstream G200 é luxuoso nos acabamentos, tem casa de banho privativa com duche, cozinha a bordo e até um vestiário, não vá Ronaldo querer mudar de indumentária durante o voo. Lá nas alturas, Ronaldo nunca estará longe de terra, já que o seu jato tem acesso à Internet, telefone e fax. Ah, e é rápido como tudo: a velocidade máxima é de 900 quilómetros por hora. 

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Uma foto publicada por Cristiano Ronaldo (@cristiano) a

Um dos primeiros voos que Ronaldo fez com ele (recebeu-o, segundo se sabe, no começo do mês passado) foi para Londres, onde assistiu à antestreia do seu documentário. O que há de mais curioso nesta história, e que só agora se soube? É que o avião que Cristiano Ronaldo comprou era propriedade de Javier Monzón. E quem é Monzón? Era, até janeiro deste ano, o presidente da Indra, uma multinacional de Tecnologia de Informação sediada em Espanha. 

O problema, chamemos-lhe assim, é que quando Monzón que foi afastado do cargo (recentemente, na última quarta-feira, também foi destituído de presidente honorário da empresa), soube-se que este tinha adquirido o jato num sistema de leasing. Até aqui tudo bem, não fosse ele tê-lo adquirido sem ter dado satisfações ao conselho de administração da empresa — o mesmo conselho que o afastou do cargo. 

O contrato de leasing até previa uma opção de compra, mas como o jato era utilizado exclusivamente por Javier Monzón (Abril-Martorell, novo presidente, não quis o jato), a Indra abdicou dele. E Ronaldo, polémicas à parte, aproveitou e comprou-o. 

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