Albânia

Decotar para informar. A estratégia albanesa para aumentar audiências

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Uma televisão albanesa quis aumentar as audiências dos seus noticiários e, para isso, seguiu uma estratégia de "transparência informativa" (literalmente). Valerá a pena manter-se informado?

Zjarr Televizion/El Mundo

Um canal televisivo da Albânia avançou para uma estratégia que já se está a tornar eficaz e que promete ter vários seguidores nos próximos tempos.

Confrontado com o baixo número de espetadores das suas notícias, o canal Zjarr Televizion encontrou uma forma original de inverter esta tendência: decotar as apresentadoras. Ou seja, as jovens pivots apresentam-se com casacos sem botões e abertos realçando os atributos peitorais. Segundo conta o El Mundo esta situação faz parte da “transparência informativa” que o canal quer alcançar.

No noticiário chamado 360º (já pode ter lido este nome pelo Observador, mas é outra coisa, garantimos) as jovens que dão todos os dias as notícias não são jornalistas de formação, mas já provaram serem eficazes a atraírem audiências: o canal subiu da 91ª posição para o nono lugar da plataforma Abcom que conta com 60 mil assinantes.

À agência Efe, Ismet Drishti, proprietário da Zjarr TV e também diretor teatral e conhecido no país pelos seus vídeos com câmaras ocultas, recusa qualquer forma de machismo explicando que “esta forma de vestir é simbólica. Assumimos a missão de dizer às pessoas a verdade sem censura, a verdade nua” (e crua). Ou seja, Dristhi diz que a “nudez” das suas apresentadoras representa apenas a transparência e a imparcialidade do canal.

Por tudo isto, e apesar de provavelmente não perceber uma única palavra, veja se vale a pena manter-se informado:

(Este programa, transmitido durante os feriados nacionais de 28 e 29 de novembro, apresentado por Greta Hoxha foi o mais visto do canal. Não se percebe, se pelas notícias relatadas.)

Mas as notícias não se ficam por aqui:

Mais um exemplo da “transparência informativa” da Zjarr TV:

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
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