O dirigente da construtora brasileira Odebrecht, envolvida no escândalo de corrupção da petrolífera estatal Petrobras, formalizou esta quinta-feira a sua renúncia à presidência da empresa ao fim de quase seis meses preso.

O afastamento de Marcelo Odebrecht foi anunciado, em comunicado, pela empresa, que mantém que o agora ex-presidente da construtora é inocente.

“A Odebrecht acredita que a injusta e desnecessária detenção de Marcelo vai ser revogada e está confiante que, no final dos procedimentos judiciais, a sua inocência vai ser reconhecida formalmente”, refere o comunicado.

Marcelo Odebrecht encontra-se numa prisão de Curitiba desde 19 de junho.

Newton Souza foi o escolhido para lhe suceder no cargo, segundo o comunicado da empresa, a maior construtora da América Latina, com 181 mil funcionários em 21 países.

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A Odebrecht é uma das empresas investigadas pela alegada participação no escândalo de corrupção da Petrobras, em que, segundo cálculos da própria companhia estatal, forram desviados 2.000 milhões de dólares ao longo da última década.