A raça canina Shih Tzu, originária do Tibete, está ligada nas suas origens a uma lenda que representa um amor proibido entre uma princesa chinesa e um mongol. Estes, perante a impossibilidade de se casarem, decidiram cruzar os cães que representavam as duas nações – a raça pequeno chinês e o lhasa apso tibetano – tudo para simbolizar o amor que existia entre os dois povos. Segundo a lenda, nascia assim o pequeno Shih Tzu.

Se esta história é verdadeira não se sabe. O que se sabe é que um cão desta raça, chamado Polo, protagonizou uma história de verdadeira paixão com o seu dono e que podia ser tema de um filme de Hollywood. Isto porque Jason Brandon, na véspera do Dia de Ação de Graças, um dos feriados mais importantes dos EUA, encontrou o seu Polo dois anos depois de o ter perdido.

Como conta o Huffington Post, Brandon denunciou o desaparecimento do seu cão quando vivia em Miami e, dois anos depois, no dia 25 de novembro, Polo foi mesmo encontrado em Washington.

Foi a organização protetora dos animais da capital americana, a Washington Humane Society, que anunciou o aparecimento do cão através de uma publicação no Facebook revelando que este foi encontrado numa gaiola junto de um aterro revelando sinais de abandono: “Tinha o pelo completamente emaranhado e as unhas tão grandes que se dobravam para dentro impedindo-o de andar”.

Encontra cão dois anos depois

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O que permitiu a descoberta do pequeno Shih Tzu foi o facto de este transportar um microchip. Depois de encontrado Brandon, que atualmente vive em Nova Iorque, viajou até à capital para proceder ao reconhecimento do cão. E nem queria acreditar quando o viu: “É incrível”, exclamou Brandon citado pelo Huffintgon Post. “É o tipo de coisas que só se vêm pela televisão”

As imagens que a organização publicou no Facebook para celebrar a ocasião falam por si:

homem encontra cão dois anos depois