Parlamento

Morte no hospital de São José. PCP chama ministro da saúde com urgência

Comunistas entregaram hoje pedido de audição urgente do ministro da Saúde e dos três administradores hospitalares demissionários na sequência da morte do jovem no hospital de São José.

PCP quer ouvir ministro da Saúde, Adalberto Fernandes, no Parlamento

PAULO NOVAIS/LUSA

O PCP quer ouvir o ministro da Saúde, Adalberto Fernandes, com caráter de urgência no Parlamento a propósito da morte de um homem de 29 anos no hospital de São José por falta de equipa especializada ao fim de semana. Além do governante, os comunistas querem ainda chamar à Comissão de Saúde os administradores hospitalares entretanto demissionários.

A presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Central (que inclui o São José), Teresa Sustelo, o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Lisboa Norte (que inclui o Santa Maria), Neves Martins, e o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Cunha Ribeiro, demitiram-se na terça-feira na sequência da morte de David Duarte, de 29 anos, que perdeu a vida no dia 14 de dezembro, enquanto aguardava por uma cirurgia a um aneurisma cerebral.

O pedido de audição do ministro e dos ex-administradores foi entregue esta quarta-feira pela bancada parlamentar do PCP, que entregou também na mesa da Assembleia da República uma recomendação ao Governo para fazer um levantamento de todos os cortes feitos no Serviço Nacional de Saúde ao longo dos últimos quatro anos, e das suas consequências.

Com o Parlamento a interromper os trabalhos esta quarta-feira para férias, as iniciativas do PCP sobre este caso só deverão ser apreciadas e agendadas a partir do dia 6, data prevista para o retomar dos trabalhos.

Em causa está a morte, noticiada esta terça-feira pelo Correio da Manhã, de David Duarte, um jovem de 29 anos que deu entrada no Hospital de São José, na sexta-feira, dia 11 de dezembro, vindo do Hospital de Santarém. O jovem tinha um aneurisma cerebral e acabou por morrer na madrugada de domingo, dia 14, enquanto esperava por uma cirurgia. Isto porque, embora a situação fosse urgente, este hospital não tinha equipa médica para assegurar a cirurgia.

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