Olá

833kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Peach. Esta aplicação é um pêssego

Este artigo tem mais de 5 anos

Texto, imagens e muitas palavras mágicas. Estes são os ingredientes que fazem da "Peach" a nova tendência da internet. Pelo menos em telemóveis iPhone.

i

peach.cool

peach.cool

Esta é, para muitos, a aplicação móvel do momento. Chama-se Peach — “pêssego”, em português — e foi lançada no final da semana passada. Ao que parece, tem visto o número de utilizadores crescer a grande ritmo. Um ritmo tão elevado que levou a que a aplicação sucumbisse várias vezes ao seu próprio peso:

A Peach aposta numa autopromoção arrojada e, por enquanto, só está disponível em telemóveis iPhone. A versão para dispositivos Android será lançada “muito em breve”, lê-se numa conta oficial do Twitter dedicada a esta aplicação.

É como um meio-termo entre Facebook e Twitter. Se por um lado podemos adicionar amigos como no Facebook, por outro a nossa conta é associada a um username, tal como no Twitter. Há ainda quem aponte semelhanças com outras aplicações como o Instagram, o Snapchat e o Tumblr, escreve o The New York Times.

E que funcionalidades são essas? A aplicação começa por nos apresentar um feed onde, acima de tudo, se podem partilhar mensagens de texto ou fotografias. É também neste ecrã que surgem as mensagens publicadas pelos amigos que adicionámos. Para quando faltam ideias sobre o que escrever, a aplicação tem uma funcionalidade que lança perguntas às quais podemos responder publicamente — por exemplo, “Qual é o teu cheiro favorito?”.

Estas são as opções visíveis da aplicação, porque a verdadeira magia não é de todo evidente. É que a Peach inclui uma série de “palavras mágicas” (Magic Words) que executam tarefas, ao velho estilo dos comandos do IRC. Por exemplo, se na caixa de texto escrevermos “GIF”, podemos pesquisarb imagens animadas na biblioteca Giphy, dentro da própria aplicação. Se escrevermos “battery” podemos partilhar a percentagem de bateria ainda disponível no telemóvel. E se escrevermos “song” enquanto estamos a ouvir música, a aplicação deteta o nome da faixa e permite partilhá-la no feed. Estes são apenas três exemplos de comandos suportados pela aplicação (o Mashable compliou-os todos neste artigo).

As principais funcionalidades da aplicação só são acessíveis através de “palavras mágicas”. Crédito: peach.cool

Há ainda outro elemento diferenciador. Teoricamente, tudo o que se passa na aplicação fica na aplicação. Não há links para os perfis e conteúdos, nem botões para partilhar publicações noutras redes sociais. Para já, a rede parece ter sido “invadida” por utilizadores a fazerem-se passar por celebridades.

É impossível prever se a Peach vai conseguir destacar-se entre todas as outras redes sociais. Contudo, as hipóteses jogam a seu favor, muito graças ao facto de ter nascido pelas mãos de Dom Hofmann, um dos fundadores da plataforma de vídeos Vine, adquirida em 2013 pelo Twitter e, segundo o jornal The Guardian, uma das últimas redes sociais a conquistar um número significativo de fãs.

Editado por Filomena Martins.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

 
Assine um ano por 79,20€ 44€

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Já é assinante?
Apoio a cliente

Para continuar a ler assine o Observador
Assine um ano por 79,20€ 44€
Ver planos

Oferta limitada

Já é assinante?
Apoio a cliente

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Apoie o jornalismo. Leia sem limites. Verão 2024.  
Assine um ano por 79,20€ 44€
Apoie o jornalismo. Leia sem limites.
Este verão, mergulhe no jornalismo independente com uma oferta especial Assine um ano por 79,20€ 44€
Ver ofertas Oferta limitada