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Presidenciais. Hinos de campanha nunca desiludem

Este artigo tem mais de 5 anos

3 em 10. Este é o número de candidatos que aposta na música como forma de apelo ao voto. Paulo Morais e Vitorino Silva no final, Henrique Neto no início. "Os tempos", esses, são de antena.

Paulo Morais é candidato à Presidência da República
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Paulo Morais é candidato à Presidência da República

JOSÉ COELHO/LUSA

Paulo Morais é candidato à Presidência da República

JOSÉ COELHO/LUSA

Acha que “abraços são precisos” em Portugal e que “caminhamos com sorrisos”, que o “tempo não é de ninguém”, ou que é tempo de “voltar a arriscar”? Ou, então, que “não são alguns milhões de euros que vão resolver o problema do país”? Existe de tudo um pouco nos tempos de antena dos candidatos presidenciais, que vão do registo musical, da entrevista ao passeio pelas terras natal, até a um estúdio de gravações.

“Henrique, Henrique/foste rei a inovar”, “Vota Morais que os tempos são tais/e o tempo não é de ninguém” ou “É com o Tino o caminho do saber”. Estas são frases das músicas presentes nos tempos de antena de Henrique Neto, Paulo Morais e Vitorino Silva, respetivamente.

Estes candidatos apostaram em juntar a música ao apelo ao voto, com músicas que ficam no ouvido. De uma quadra mais simples, de Paulo de Morais, a uma estrofe com música de acordeão para Vitorino Silva (Tino de Rans) que pede à sua mandatária nacional para “dar uma mãozada”, vulgar aperto de mão, até ao reinado da inovação de Henrique Neto.

Ora veja:

Tempo de Antena de Paulo de Morais:

O candidato, que faz da sua principal causa a luta contra a corrupção, volta a deixar a ideia saliente no vídeo, com uma apresentação mais institucional. Já Henrique Neto, e ao contrário da estratégia de Paulo Morais, aposta em colocar a música no início do vídeo.

Tempo de Antena de Henrique Neto:

Tempo de Antena - Henrique Neto - 2016/01/10

"Como Presidente da República, trabalharei para devolver o poder democrático aos portugueses!" - Henrique NetoAssista ao primeiro espaço de Tempo de Antena da candidatura de Henrique Neto. #henriqueneto #presidenciais2016

Publicado por Henrique Neto em Domingo, 10 de Janeiro de 2016

Por seu lado, Cândido Ferreira aposta numa crítica à forma como a Presidência da República tem sido gerida ao longo dos anos, afirmando que é a primeira coisa que fará como Presidente da República será a “reforma dos serviços da presidência” pois, afirma, está-se a gastar “180 vezes mais” do que no tempo de Ramalho Eanes, quando a Presidência funcionava com serviços mínimos.

A crítica ao candidato de direita, Marcelo Rebelo de Sousa, é o traço distintivo do tempo de antena de Edgar Silva. Crítica esta feita por Heloísa Apolónia e e Jerónimo de Sousa, mostrando não é apenas o PCP que apoia a candidatura do ex-padre, mas que também o PEV o faz.

Num registo mais local, Marisa Matias e Sampaio da Nóvoa. Sem hino musical, mas com aposta nas origens. A aldeia natal de Marisa Matias é, a par com candidata, protagonista do tempo de antena. Matias joga à bola e fala da evolução a que assistiu quando criança e daquilo que considera os retrocessos dos dias de hoje. E vai de Portugal à Europa. Já Sampaio da Nóvoa, com os seus dotes de jogador de futebol que em tempos foi, também mostra que ainda dá uns toques na bola e que já cumprimentou o Papa Francisco. Apesar de não haver música no tempo de antena, apoiantes de Sampaio da Nóvoa fizeram um hino musical, não oficial, para o candidato. “Há palavras solidárias/no bater do coração”, e “Sampaio da Nóvoa/ somos nós, somos nós” são duas passagens deste hino de apoio, que conta com a música de Vitorino e letra de José Fanha.

https://youtu.be/gXtixER1-Bc

Outros dois candidatos que apresentam um registo muito semelhante, mas desta vez de entrevista, são Marcelo Rebelo de Sousa e Maria de Belém Roseira. Já Jorge Sequeira apostou num tempo de antena narrado por outra pessoa e não por si próprio, um orador motivacional.

*Editado por Helena Pereira

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