Economia

AICEP alarga presença a Zurique, Cuba e Irão

A AICEP vai abrir na próxima semana uma delegação em Zurique (Suíça), estando também prevista para este ano alargar a presença a Cuba e Irão, anunciou o presidente, Miguel Frasquilho.

LUSA

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  • Agência Lusa

A Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) vai abrir na próxima semana uma delegação em Zurique (Suíça), estando também prevista para este ano alargar a presença a Cuba e Irão, anunciou o presidente, Miguel Frasquilho.

O responsável da AICEP indicou que, até ao final do ano, este organismo passará a acompanhar 65 mercados, dos quais 12 são novos, em relação a 2014.

“Estamos a cumprir esse programa como estava previsto”, disse aos jornalistas, à margem da sessão de abertura do ‘campus’ da edição de 2016 do programa INOV Contacto, em Lisboa.

Frasquilho indicou que os planos da AICEP têm de se adaptar a “realidades dinâmicas”, que obrigaram a alterar o que estava estabelecido no plano estratégico inicial.

A título de exemplo, o presidente da AICEP indicou que já não irá abrir uma delegação na Nigéria, dada a “evolução geopolítica negativa” naquele país, mas, em contrapartida, Portugal já tem uma presença em Cuba, com um estagiário do Ministério dos Negócios Estrangeiros, decisão que se segue à reaproximação entre Cuba e os Estados Unidos.

Também o acordo nuclear entre o Irão e os Estados Unidos levou à decisão de a AICEP “estar presente em Teerão”, adiantou Miguel Frasquilho.

A agência mantém a intenção de chegar a Astana, no Cazaquistão, onde em 2017 vai realizar-se uma exposição internacional sobre energias renováveis, na qual a participação de Portugal, a realizar-se, será organizada pela AICEP.

“Portugal é um ‘case study’ nessa matéria. Havendo decisão política de Portugal poder participar nessa feira, teremos também uma delegação da AICEP”, disse Frasquilho.

Outro destino da AICEP ainda na primeira metade do ano é Cantão, onde abrirá a quarta delegação na China.

Por outro lado, “dentro de dois ou três meses”, estarão no terreno os ‘FDI scouts’ (especialistas em captação de investimento), na América do Norte, na Europa ocidental e, na Ásia, na China, no Japão e na Coreia, acrescentou.

“É um apoio acrescido às nossas empresas, quer no que toca ao investimento, quer no que toca à internacionalização. É assim que as podemos auxiliar”, sustentou Miguel Frasquilho.

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