O Estado Islâmico confirmou a morte de Mohammed Emwazi, conhecido como Jihadi John, na sua revista de propaganda, a Dabiq, afirma a BBC. O grupo terrorista partilhou na publicação o obituário do militante do grupo terrorista, onde confirma que este morreu em novembro, na sequência de um ataque aéreo na cidade de Raqa (Síria).

A informação já havia sido adiantada pelo exército norte-americano, que em novembro afirmava estar “relativamente certo” de que Jihadi John havia sido ferido mortalmente nesse bombardeamento. Faltava, contudo, a confirmação oficial, que chegou agora do grupo terrorista.

Mohammed Emwazi nasceu no Kuwait, a 17 de agosto de 1988, numa família apátrida de origem iraquiana. Com seis anos mudou-se para Inglaterra, juntamente com a sua família. Em 2013, com 25 anos, viajou para a Síria, alistando-se no Estado Islâmico.

Aí, tornou-se um dos mais temidos membros do grupo. A sua primeira missão foi a de guarda, vigiando os reféns do grupo terrorista. Posteriormente, tornou-se um dos principais carrascos do Estado Islâmico, sendo responsável pela decapitação de vários reféns ocidentais (um deles foi o jornalista James Foley).

Em março de 2015, traçámos-lhe o perfil aqui.

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