Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Desde dezembro de 2015 que se tem vindo a registar o aumento de casos associados a uma doença por enquanto desconhecida na província de Luanda, informou um comunicado de imprensa enviado pelo Ministério da Saúde angolano (Minsa), citado por diferentes meios de comunicação daquele país.

Segundo ele, a doença caracteriza-se por febre, ictericia (olhos amarelados) e sangramento ou não em qualquer parte do corpo. Os sintomas mais frequentes passam por febre repentina, dor de cabeça forte, vómitos e fraqueza geral. O jornal O País dá conta da ocorrência de seis vítimas mortais.

A mesma publicação afirma que um conjunto de amostras foram enviadas para análises em laboratórios na África do Sul e que o Minsa poderá realizar uma conferência de imprensa em breve, de modo a fornecer mais dados sobre uma doença que se acredita estar relacionada com picadas de mosquitos.

Por enquanto, o respetivo ministério já apelou à população que tenha em conta diferentes cuidados: desde comunicar as unidades sanitárias em caso de familiares ou amigos doentes (cujas queixas possam ser associadas aos sintomas acima identificados) a manter as casas e os quintais limpos.

O Minsa incentivou ainda à destruição de pneus e outros objetos que possam facilmente acumular água e serem, consequentemente, um chamariz para mosquitos. A isso acrescenta-se a necessidade de manter os reservatórios de água limpos e desinfetados, bem como o uso de mosquiteiros tratados com inseticida.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR