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António Costa está a preparar-se para fazer alterações na liderança da Caixa Geral de Depósitos (CGD), retirando do cargo o atual presidente, José de Matos, bem como o seu braço direito, Nuno Fernandes Thomaz. Os novos nomes só serão decididos depois de terminada a elaboração do Orçamento do Estado para 2016, avança a edição desta quarta-feira do Jornal de Negócios.

As alternativas para a presidência do banco estatal poderiam passar por António Ramalho, presidente da Infraestruturas de Portugal (IP), ou pelo ainda presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares, que está de saída da presidência da CMVM.

Para membros da nova administração, o Negócios avança também com o nome de António Castro Guerra, antigo secretário de Estado do Governo de José Sócrates.

As mudanças na Caixa podem marcar o início da renovação da banca portuguesa. O mandato de Fernando Ulrich à frente do BPI termina no final do ano e, segundo os estatutos do banco, não poderá recandidatar-se. Já o mandato de Stock da Cunha, que lidera o Novo Banco, termina em agosto e não se sabe ainda se se manterá.

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