Orçamento do Estado

PS: António Costa explica orçamento esta sexta-feira no Parlamento

Ministro das Finanças esteve duas horas reunido com deputados do PS. No final, João Paulo Correia remeteu explicações sobre parecer da UTAO para debate de amanhã, com Costa. Centeno "seguro".

MÁRIO CRUZ/LUSA

Foram mais de duas horas de reunião entre o ministro das Finanças, Mário Centeno, e os deputados do PS que fazem parte da comissão de Orçamento e Finanças. No final, e na sequência da divulgação do parecer da UTAO sobre o esboço do Orçamento do Estado, o deputado socialista que coordena os assuntos orçamentais, João Paulo Correia, limitou-se a remeter todas as explicações para o primeiro-ministro, que estará amanhã no Parlamento para o debate quinzenal.

De acordo com João Paulo Correia, a reunião teve como “único ponto na agenda” a preparação da audição de Mário Centeno sobre o caso Banif, que vai decorrer amanhã à tarde no Parlamento, depois de uma primeira audição ao governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. Sobre o Orçamento do Estado para 2016, cuja credibilidade está a ser questionada por várias entidades nacionais e comunitárias, o deputado socialista empurrou para o debate com o primeiro-ministro.

“Na sexta-feira, teremos o debate quinzenal com o senhor primeiro-ministro. Certamente, esse será o momento mais indicado para esclarecer a opinião pública”, disse aos jornalistas, remetendo também as questões sobre o Banif para o dia seguinte.

Ao que o Observador apurou, o encontro, que decorreu entre as 18h e as 20h30 no gabinete do secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, centrou-se quase exclusivamente nas explicações do ministro sobre o caso Banif, mas os deputados também questionaram Centeno sobre o relatório da UTAO divulgado esta quinta-feira, onde a unidade técnica de apoio ao Parlamento acusa o Governo de maquilhar o esforço orçamental. O tema, contudo, ocupou apenas “cinco minutos”, com o ministro a mostrar-se “seguro dos números” e a reforçar a ideia de haver interpretações diferentes entre a Comissão Europeia e o Governo.

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