Terça-feira, o secretário-geral da NATO, o norueguês Jens Stoltenberg desejou o acordo dos 28 membros para uma maior presença da Aliança Atlântica a Leste, a fim de lidar com a ameaça de segurança em que consiste a guerra na Síria, entre outras, os milhões de refugiados por ela causados e também a atitude da Rússia, considerada prejudicial a uma solução pacífica do conflito.

“Penso que vamos levar muito a sério o pedido da Turquia e outros aliados para se ver o que a NATO poderá fazer para ajudá-los a suportar e gerir a crise e todos os desafios que enfrentam”, afirmou o responsável.

A chanceler alemã Angela Merkel, em visita a Ancara (Turquia), tinha dito que ambos os países tinham pedido à NATO para vigiar a costa turca, impedindo que os exploradores (contrabandistas/traficantes) de refugiados dos conflitos do Médio Oriente continuem a lançar embarcações sobrelotadas em direção à Grécia, com destino à Europa central do norte.

O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, será um dos pares reunidos na capital belga, numa série de encontros que culminará com a primeira reunião da coligação internacional que combate o grupo extremista Estado Islâmico (EI), convocada pelo secretário de Estado da Defesa norte-americano, Ash Carter.