O Governo prepara-se para não avançar com a reposição das 35 horas de trabalho semanal na Saúde, noticia esta sexta-feira o Diário Económico. A justificação para esta decisão, que o jornal diz ser “quase certa”, é que a redução do horário semanal nos profissionais da saúde iria trazer custos elevados para o Ministério de Adalberto Campos Fernandes.

Segundo o Diário Económico, os serviços das Finanças estão a fazer contas para apurar o impacto desta promessa eleitoral de António Costa no Orçamento do Estado para 2016. Para já, é quase certo que a medida a ser aplicada vai ser adiada, diz o Diário Económico, sem especificar onde obteve a informação.

Mário Centeno, o ministro das Finanças, sublinhou recentemente que “o impacto terá de ser nulo”, em termos orçamentais, de qualquer medida neste sentido. Mas Adalberto Campos Fernandes já assumiu que isso é impossível num setor como a Saúde.