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Estados Unidos admitem enviar tropas para a Síria para combater o Estado Islâmico

Este artigo tem mais de 5 anos

John Kerry admitiu a possibilidade de enviar tropas para a Síria para limpar a "confusão" provocada por Assad. Os norte-americanos querem ver o acordo cumprido e avisaram a Rússia: controlem Assad.

"Se iranianos e russos não lembrarem Assad das [suas] promessas", a comunidade internacional vai reagir, garantiu Kerry
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"Se iranianos e russos não lembrarem Assad das [suas] promessas", a comunidade internacional vai reagir, garantiu Kerry

AFP/Getty Images

"Se iranianos e russos não lembrarem Assad das [suas] promessas", a comunidade internacional vai reagir, garantiu Kerry

AFP/Getty Images

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Os Estados Unidos não descartam a possibilidade de enviarem mais tropas para a Síria para combaterem a organização terrorista do Estado Islâmico. A informação foi avançada pelo secretário de Estado norte-americano, numa entrevista em que John Kerry deixou claro que “nunca haverá paz na Síria enquanto Bashar al-Assad estiver lá.”

“Acreditamos que Assad deve ajudar na transição, começando por anunciar que não se vai recandidatar e que vai ajudar a construir este país. [Mas] Os Estados Unidos da América e a maioria dos nossos aliados e amigos acredita que nunca haverá paz na Síria enquanto Assad estiver lá”, afirmou John Kerry em entrevista à Orient News.

Dias depois de o Grupo Internacional de Apoio à Síria (que inclui 17 países, entre eles os EUA, a Rússia e toda a Liga Árabe) ter assinado um princípio de acordo de cessar-fogo na Síria, as relações entre as duas grandes potências – Estados Unidos e Rússia – continuam tensas. Pelo menos foi isso que John Kerry deixou escapar, ao reconhecer que os russos precisam de reorientar a sua estratégia de bombardeamentos e deixar de atingir civis – as forças de Putin têm sido acusadas de bombardearem indiscriminadamente o território sírio, atingindo escolas, hospitais e mesquitas, por exemplo.

Por esta altura, os norte-americanos dizem-se empenhados em chegar a uma solução política para Síria, cujo primeiro passo será um verdadeiro cessar-fogo dentro de uma semana. E esperam agora que a Rússia, o Irão e o próprio regime de Assad cumpram o acordo. Se isso não acontecer, então vai existir uma escalada de violência na Síria, admitiu Kerry. E a comunidade internacional não ficar assistir impávida e serena.

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Se o regime de Assad não estiver à altura das suas responsabilidades e se os iranianos e os russos não lembrarem Assad das promessas que fizeram à comunidade internacional, é óbvio que a comunidade internacional não vai passar por tola e assistir a tudo isto [sem reagir]”, garantiu o secretário de Estado norte-americano.

Aqui a entrevista completa de John Kerry, à Orient News

Nesta entrevista, John Kerry fez questão de lembrar que os Estados Unidos não estão sozinhos e que há muitos países preparados para “colocarem pressão adicional” para que se cumpra o princípio de acordo. “Mas todos percebem que isso significaria mais destruição, mais mortes e mais guerra“, atirou.

Ainda sobre Assad, Kerry acredita que “o regime [sírio] não está, nem nunca esteve, a combater o Daesh”. E o crescimento da organização terrorista também se deve, em parte, à “cumplicidade” entre Assad e jihadistas.

“[Assad] comprou-lhes petróleo, deixou-os em paz, não os atacou. E eles cresceram. Estamos [EUA] a limpar confusão provocada por Assad e não temos qualquer expectativa que Assad ajude.

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