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António Costa explica Orçamento em vídeo

O primeiro-ministro vai lançar uma série de vídeos onde explica o Orçamento para 2016. Os dois primeiros foram divulgados este domingo - Costa promete responsabilidade e maior justiça social.

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"Não queremos que sejam os mesmos a pagar", sublinha António Costa

"Não queremos que sejam os mesmos a pagar", sublinha António Costa

O Executivo liderado por António Costa vai divulgar ao longo de toda a semana uma série de vídeos através do portal do Governo, do canal oficial do Youtube e das redes sociais onde explica alguns pontos do Orçamento do Estado para 2016.

Os dois primeiros vídeos desta série foram publicados este domingo. No primeiro clip, António Costa reconhece que este é um “Orçamento muito exigente, que cumpre os compromissos eleitorais [do Governo], os compromissos com os parceiros parlamentares [BE, PCP e PAN] e os compromissos com a União Europeia” e que procura trazer para o país “mais crescimento, melhor emprego e maior igualdade”.

“Um Orçamento responsável que cria condições para termos mais crescimento e melhor emprego, maior proteção social e que permita uma gestão de rigor, que diminua o défice e diminua a dívida pública”, garante o primeiro-ministro socialista.

No segundo vídeo, António Costa volta definir esta Orçamento como “responsável”, que permite “virar a página da austeridade” sem comprometer a diminuição da dívida e do défice.

É, diz António Costa, acima de tudo um Orçamento de “escolhas”. Escolhas que o primeiro-ministro faz questão de enumerar: “Diminuímos o IRS para 99,7% dos portugueses, mas compensámos aumentando a tributação da banca para o fundo de resolução. Introduzimos uma cláusula de salvaguarda no IMI, para que ninguém tenha sofrer um aumento do IMI, superior a 75 euros por ano. Mas, em contrapartida, eliminámos a isenção dos fundos de investimento imobiliário. Baixámos o IVA da restauração, mas, em contrapartida, aumentámos os impostos especiais sobre o consumo”.

O objetivo, diz o líder do Executivo neste segundo vídeo, é um: “Não queremos que sejam os mesmos a pagar. Queremos que o esforço seja distribuído com justiça e equidade. [Queremos] uma economia e uma sociedade com maior justiça social”.

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