A decisão abrange órgãos do Governo central, instituições públicas e “algumas” cidades, lê-se no comunicado emitido pelo principal órgão executivo do país e citado pela imprensa estatal. Uma medida anunciada anteriormente fixava aquela quota em 30%.

Em 2015, as vendas de automóveis “amigos do ambiente” na China quase triplicaram face ao ano anterior, para 331.100 unidades, de acordo com a Associação de Fabricantes de Automóveis da China (CAAM).

O Governo chinês tem promovido o uso de carros elétricos através de incentivos fiscais e do reforço do número de pontos de recarga, que deverão ser integrados nos novos complexos residenciais.

País mais populoso do mundo, com cerca de 18% da humanidade, a China é também o maior emissor de gases poluentes do planeta.

Apesar do forte investimento nos recursos hídricos, eólicos e solares, cerca de dois terços da energia consumida no país assentam no carvão.

Segundo a organização ambientalista Greenpeace, os níveis de poluição em quase 300 cidades chinesas excederam amplamente os padrões de qualidade nacionais no ano passado.