Pedro Sánchez conseguiu o apoio dos militantes do partido, PSOE, para avançar com o acordo com o Ciudadanos, liderado por Albert Rivera. O jornal El Español cita fontes da sede socialista que garantem que a consulta referente ao pacto entre o PSOE e o Ciudadanos alcançou 75% dos votos favoráveis, face a uns 23-24% contra e 1% de votos nulos.

O mesmo jornal escreve que a participação provisória dos militantes situa-se nos 50%, um valor algo longe dos 66% que, em 2014, garantiram a liderança do PSOE a Sánchez — disputou o cargo com Eduardo Madina e José Antonio Pérez Tapias.

Apesar de a participação ser menor do que a das últimas diretas, os resultados evidenciam que não existe confrontação interna, ao contrário do que aconteceu em julho de 2014, quando o PSOE elegeu o seu novo secretário-geral, numa votação marcada pela grande disputa entre Sánchez e Madina.

O resultado permite, assim, a Sánchez seguir em frente com a investidura com o aval do seu partido.