Caso BES

Ricciardi e o livro de Ricardo Salgado: É “patético”

Em declarações ao Público, o primo de Ricardo Salgado diz que não vai perder tempo a ler o livro que resultou do testemunho direto do ex-presidente do BES e acusa-o de ser patético.

© Hugo Amaral/Observador

Não leu, nem irá perder tempo a ler: é assim que o banqueiro José Maria Ricciardi, à frente da operação portuguesa do Haitong Bank, antigo braço de investimento do BES que também liderava, reage ao livro em que o seu primo, o ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, fala sobre a queda do império Espírito Santo. Em declarações ao jornal Público, José Maria Ricciardi chama “patético” ao primo e acusa-o de ser responsável pela destruição do grupo.

Não é de nova, nem sequer escondida, a inimizade entre os dois membros da família Espírito Santo. Agora, em comentário ao livro Os Dias do Fim, da autoria da jornalista Alexandra Almeida Ferreira e que resultou do testemunho do antigo presidente do BES, José Maria Ricciardi acusa Ricardo Salgado de se “armar em baluarte da honra e da dignidade da familiar que traiu e aviltou”.

“É pelo menos patético que quem é responsável pela destruição de um património familiar de várias gerações, e ainda pelos incalculáveis prejuízos causados à economia nacional, às poupanças de milhares de depositantes, colaboradores e investidores, venha a terreiro arvorar-se em baluarte da honra e da dignidade da família, que ele próprio traiu e aviltou”, diz o responsável, acrescentando que não entende como é que não tendo Ricardo Salgado meios económicos para pagar cauções, pode pagar a assessores de imprensa.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: nmartins@observador.pt
Caso José Sócrates

Despoletar a bomba a tempo /premium

Manuel Villaverde Cabral
120

Tão importante como o caso lamentável de Manuel Pinho, foram as emissões televisivas dos interrogatórios de Sócrates que desencadearam os receios do PS quando o viram, por assim dizer, à solta

Caso José Sócrates

César pôs lama na ventoinha /premium

Filomena Martins
1.513

Quando tentou tornar o independente Manuel Pinho no cordeiro a sacrificar para não agitar os pecados do último Governo socialista, despertou todos os fantasmas desse passado vergonhoso da democracia.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Detalhes da assinatura

Acesso ilimitado a todos os artigos do Observador, na Web e nas Apps, até três dispositivos.

E tenha acesso a

  • Assinatura - Aceda aos dados da sua assinatura
  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Inicie a sessão

Ou registe-se

Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)