A medida faz parte do plano estratégico do grupo que tem como presidente-executivo, Tidjane Thiam, e que aponta para que o negócio da instituição financeira se deverá centrar na atividade da banca universal privada em detrimento da banca de investimento.

Neste sentido, o grupo aumentou o seu objetivo de cortar nos custos em 2018, para os 3.000 milhões de francos. O banco Credit Suisse tinha como meta inicial reduzir os custos apenas em 2.000 milhões de euros.

Em 2015, o Credit Suisse registou um resultado negativo de 2.944 milhões de francos suíços, face ao ano anterior. O Credit Suisse apresentou desde 2008 prejuízos que se deveram aos resultados extraordinários negativos de 3.800 milhões de francos suíços relacionados com a compra, em 2000, do banco de investimento norte-americano Donaldson, Lufkin & Jenrette.