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Vhils realiza a sua primeira exposição em Hong Kong: Detritos

O artista português tem pela primeira vez o seu trabalho exposto a título solo em Hong Kong. Para além da sua arte material, o artista optou por criar igualmente um filme para acompanhar a exposição.

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Vhils/Twitter

Vhils/Twitter

Alguma vez tiveste um momento em que quiseste que o tempo parasse?

É com esta pergunta que Vhils e José Pando Lucas optaram por abrir o filme inspirado na primeira exibição do artista português em Hong Kong.

Vhils, nome artístico de Alexandre Farto, estreia-se em Hong Kong com a exposição “Detritos“. Conhecido pela sua interação com o meio urbano o artista levou a sua arte para Hong Kong, mostrando a sua arte num elétrico e numa exibição num cais da cidade, o Central Pier 4.

No elétrico, Vhils utilizou uma técnica de colagem e descolagem para criar um desenho na fachada do transporte. Já no cais, o artista português usou a sua “criação destrutiva” em metais e néons, inspirado nos dias passados na cidade chinesa. Entre as obras presentes na exposição encontram-se retratos e figuras geométricas com relevo.

O vídeo realizado pelo artista e pelo realizador José Pando Lucas mostra as interações de Vhils com as ruas da cidade.

Lucas afirmou que os dois tinham uma visão semelhante: não queriam fazer um vídeo sobre o “making of” da exposição, mas sim “que o filme se pudesse aguentar sozinho e respirar independentemente como uma peça de arte por si”.

Num texto publicado no site Nowness que se associou ao projeto, o realizador explica o conceito do vídeo, explicando o porquê de o filme começar com a pergunta “Alguma vez tiveste um momento em que quiseste que o tempo parasse?”.

Fica aqui a tradução do texto publicado por José Pando Lucas: “Nós queríamos criar uma ode a um tipo de poesia específica de Hong Kong e às pessoas que vivem na cidade. O mundo de hoje move-se cada vez mais rápido e raramente fazemos uma pausa para sentir, abraçar ou reconhecer o que nos rodeia. Até podemos dizer que, quando estabelecemos esta ligação, mesmo que só por um segundo, é aí que sentimos que estamos mesmo a viver.

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