Da fama já ninguém a safa: o Tinder continua a ser visto como uma aplicação que serve para fazer algo mais do que amigos. Por isso, encontrar por lá o namorado ou namorada talvez fosse um grande motivo para acender uma discussão. Mas se suspeita que a sua cara metade é uma das 50 milhões pessoas que anda à procura de companhia entre as mais de 1.4 mil milhões de “swipes” por dia, há uma outra app que promete desvendar toda a verdade.

Para contra-atacar a (relativa) privacidade do Tinder, a aplicação “Swipe Buster” aproveita-se da informação pública dos utilizadores da aplicação de encontros para os intercetar. E isso inclui, por exemplo, o nome próprio, a localização e os últimos lugares onde a aplicação foi usada. Por quatro euros, toda a informação desejada para acabar ou acelerar os ciúmes. Entretanto, o Tinder já reagiu: aconselhou os desconfiados a “guardarem o dinheiro” e limitarem-se a instalar a aplicação dos encontros gratuitamente.

Enquanto o Tinder reage mal ao surgimento desta aplicação, os criadores do Swipe Buster vão mais longe: eles dizem, explica o Telegraph, que a app procura essencialmente “sublinhar as questões de privacidade associadas as hiper-partilhas no mundo online”. Ainda assim, os donos do Tinder dizem que não estão preocupados com quaisquer falhas de privacidade da marca.