O protesto é promovido pela Antral – Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros e pela FPT – Federação Portuguesa do Táxi.

Florêncio Almeida, presidente da Antral, disse à agência Lusa que os taxistas “não são contra a Uber, mas sim contra o modo” como está no mercado, adiantando que pretendem apenas que aquela empresa trabalhe de forma legal.

“A Uber não nos mete medo. Tem é de cumprir as leis do país”, disse.

Por sua vez, Carlos Ramos, presidente da FPT, frisou que a decisão da semana de luta surgiu depois da “falta de resposta do Governo” às reivindicações dos taxistas.

Para as associações, a solução passa pela imediata suspensão da Uber.