“Bruxas”, “demónios”, “figuras do além” ou “duendes” rumam esta noite para a “capital do misticismo”, um evento que se assinala desde 2002 e se tornou numa das maiores festas de rua do país.

Este ano o calendário “deu” apenas uma sexta-feira 13 e, por isso mesmo, o presidente da Câmara de Montalegre, Orlando Alves, promete uma “festa de arromba”.

“Este evento tem um significado enorme em termos económicos. Tudo isto mexe com a economia local, desde a hotelaria, restauração ou comércio”, salientou o autarca.

Orlando Alves referiu que o “município investe 160 mil euros na organização desta edição” e frisou “o retorno é incomensuravelmente maior”.

A festa em Montalegre arranca às 13:13 e o ponto alto continua a ser protagonizado pelo padre António Fontes, a quem cabe fazer a tradicional queimada, uma bebida feita à base de aguardente, limão, maçã, canela e açúcar e que “esconjura todos os males”.

Este ano, a festa prolonga-se para sábado, com uma caminhada “para desintoxicar” e depois um porco bísaro no espeto que será assado na praça do município.

Em 2017, celebram-se duas sextas-feiras 13, uma em janeiro e outra em outubro.