Um tribunal de Estocolmo manteve esta quarta-feira o mandado de captura europeu emitido pela Suécia contra Julian Assange, por não concordar com a comissão da ONU que considerou o fundador da WikiLeaks vítima de uma “detenção arbitrária”.

“O tribunal considera que Julian Assange continua a ser suspeito de violação (…) e que se mantém o risco de fuga ou que evite de alguma forma ser julgado ou condenado”, de acordo com um comunicado oficial.

O tribunal acrescentou não ter encontrado qualquer novo elemento que justifique a suspensão do mandado de captura emitido contra Assange.

O australiano está refugiado desde 2012 na embaixada do Equador em Londres para evitar a extradição para a Suécia, onde é procurado por suspeita de violação.