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História da pior ressaca do mundo era mentira

Três britânicos, funcionários de um resort no Chipre, contaram que após uma festa bem regada entraram no barco errado e acabaram na Síria. O caso chegou a ser notícia, mas não passa de uma partida.

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Os três rapazes britânicos inventaram uma história que chegou a ser considerada a da "pior ressaca de sempre"

@DailyMirror/Twitter

Os três rapazes britânicos inventaram uma história que chegou a ser considerada a da "pior ressaca de sempre"

@DailyMirror/Twitter

James Wallman, Alex McCormick, Lewis Ellis são três jovens que trabalham como relações públicas do resort Ayia Napa, no Chipre. Contaram a toda a gente que depois de uma noite de festa, em que beberam mais do que deviam, decidiram fazer um passeio num barco de observação de golfinhos. O interesse da história estava no desfecho: tinham entrado no barco errado e acabado na Síria.

Os jovens contaram ao jornal australiano news.com.au, que tinham mesmo sido recebidos por guardas russos numa base do porto de Tartus, a cerca de 80 milhas da cidade de Homs. A história tinha tudo para ser o desfecho inacreditável da pior ressaca de sempre, mas aparentemente é tudo mentira, diz a revista Time.

Os planos que o trio tinha para fazer uma viagem de mergulho e de observação de golfinhos, assim como as fotografias que partilharam nas redes sociais, eram todos falsos escreve a revista, citando os jornais britânicos The Independent e Telegraph.

Foram as próprias publicações que Lewis Ellis fez na sua página do Facebook sobre as notícias que denunciaram a falsidade da notícia.

Bem como os comentários às mesmas, que davam a entender que tudo não passou de uma brincadeira.

Lewis Ellis, de 25 anos, já anteriormente tinha feito brincadeiras semelhantes e publicou-as no canal no YouTube.

Mas desta vez o impacto mediático da partida foi tanto, em especial nos media britânicos, que Lewis Ellis já se retratou na rede social Facebook, mas admitiu que a história serviu “apenas para mostrar como muitas vezes as pessoas dão notícias sem verificar os factos”.

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