A originalidade não abona hoje em dia.

Na verdade, não é bem, bem de hoje. Desde a década de 1990, por altura do Mundial de França, que as principais marcas de equipamentos desportivos (duas delas são hegemónicas; está a ver quem são, não está?) criam um modelo único de equipamento, com um corte assim, uma costura assado, tecnologias de ponta e bla bla bla, mudam-lhe as cores de acordo com o freguês (leia-se: país) e, à vista, é vira o disco e toca o mesmo.

Mas, verdade seja dita, há equipamentos mais bonitos do que outros. E, patriotismo ou não, os de Portugal (quer o principal quer o “verde-cueca”) são dos mais vistosos do Euro 2016.

Mas será que conhece todos? Seleções são vinte e quatro. Vinte e quatro vezes dois (equipamento “caseiro” e “forasteiro”) dá quarenta e oito. E quarenta e oito equipamentos é muito equipamento.

Conheça-os na galeria/guia que lhe preparámos.